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:: Sábado, Março 27, 2004 ::
O texto a seguir, é de um brother. Descobri que o cara escrevia meio que por acaso. Os textos me foram cedidos com a sua permissão. Não sei se ele gostaria que eu colocasse o nome dele como autor pois esqueci de perguntar. De qualquer forma, vou chamá-lo de Carlos.
SAIA JUSTA VERSÃO MASCULINA
(PODERIA SE CHAMAR COFRINHOS À MOSTRA)
O programa Saia Justa (GNT, Quartas, 21h30min), é uma mesa redonda com a participação de Mônica Waldvogel, Rita Lee, Fernanda Young e Marisa Orth. É o tradicional programa de mesa redonda, sem pauta específica, às vezes com convidados(as), onde as quatro debatem sobre os mais variados assuntos, que vão de política a moda, de menopausa a futebol, de novelas a gastronomia, de terrorismo a cabelereiros.
Como ficaria uma versão masculina do programa? Sem radicalismos, uma versão crua do que ELAS falam, do que ELAS pensam, mas tudo transformado em ELES.
Como ficaria a mesa redonda masculina ideal? Pensei em vários nomes, até que cheguei a quatro, que encarnariam com perfeição este projeto: JECE VALADÃO, STEPAN NECERSSIAN, RENATO GAÚCHO e ALEXANDRE FROTA.
O cenário seria um bar na Avenida Atlântica, em Copacabana. Na mesa, uma garrafa de cerveja pra cada um, barrigões à mostra, um leve pagode ao fundo e petiscos pra macho, como calabresa forte, azeitonas, ovo de codorna e pepino.
Pois bem, agora vamos transcrever alguns trechos das poucas vezes em que vi o Saia Justa pro nosso programa de macho.
- Rita Lee comenta da bunda do Gianechini e fala que contracenou com ele em videoclipe e que mulher de sorte é sua amiga Marília Gabriela >>> Renato Gaúcho fala dos peitos da Cristina Mortágua e que sorte tem é o Edmundo, que transou com ela inúmeras vezes.
- Marisa Orth comenta que quando pequeno, o Júnior tinha suas nádegas apertadas pela Xuxa, uma pequena manifestação de carinho >>> Stepan Necerssian conta que certa vez, nos bastidores do Domingão do Faustão, deixou sua mão escorregar nos peitinhos de Sandy, sem querer, mas que a menina entendeu numa boa o vacilo do ator.
- Mônica Waldvogel apoiaria uma possível traição da pobre corna Hillary Clinton, já que o velho Bill, como todos sabem, é um mulherengo irreversível>>> Jece Valadão diz que comia muita gente enquanto namorava a Vera Gimenez, e que não via mal algum nisso, já que ele havia sido corno da mesma. Ele comia, dizia pra ela e gostava!
- Fernanda Young admite que mulher gosta de apanhar >>> Alexandre Frota admite que senta porrada em mulher.
Basicamente, quatro homens, falando de e política a cerveja, de calvície a futebol (com muito mais conteúdo, nesse caso), de filme de ação a carros velozes, de terrorismo a gastronomia pesada.
Como se vê, as NOSSAS futilidades são as mesmas, meninas.
O texto acima, é só pra provocar certas atitudes que a maioria das pessoas têm. Aposto que acharam o meu projeto absurdo, não? Por que então o Saia Justa pode e o outro não? Mulheres podem falar da BUNDA do Gianechini mas oh, homens dos peitos da Cristina Mortágua em público é ofensa. O Alexandre Frota dizer que bate em mulher dá processo, mas a Fernanda Young admitir que leva umas porradinhas é EXEMPLO DE MULHER LIBERAL. Aliás, esse negócio de QUATRO MULHERES BEM RESOLVIDAS chega a ser patético. O que seriam quatro homens bem resolvidos?
Nada tenho contra mulheres, pelo contrário. Só acho hipócrita esta "barreira" imposta aos homens que não podem falar o que pensam. Como perceberam, só transcrevi para a ótica masculina exatamente o que elas falaram no programa. Mas isso é machismo. No caso delas, MULHERES INTELIGENTES INDEPENDENTES SUPER BEM RESOLVIDAS, TUDO-DE-BOM, QUE ORGULHAM NOSSO SEXO.
Vamo pará com isso ae, porra!
Ah, pra avisar: sobre os integrantes da mesa, eu realmente puxei pro lado mais machista de todos. O problema é que eu não achei nenhum escritor moderninho e tatuado porque todos são meio bichas.
:: 3:38 AM ::
escreve algumas linhas aê:
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Inutilidade Pública
Nenhum homem sabe porque realmente ele existe. Muitas teorias já foram formuladas, muitas esquecidas e muitas radicalmente defendidas. Mas ninguém ainda provou qual a nossa utilidade. De onde viemos? Para onde vamos? O que devemos fazer? O que está além da inexorável rotina da vida: nascer crescer e morrer?
Um religioso otimista diria que Deus criou a Terra com todas as suas características, recursos e ambientes para que todos os seus habitantes pudessem exercer os valores da irmandade, fraternidade, paz, respeito ao próximo, amor e outras coisas mais.
Um religioso pessimista diria que Deus cometeu um erro ao criar esse maldito ser humano (que seria sua obra-prima) e que todos eles serão julgados, condenados e queimados no fogo do inferno. Não podemos esquecer que Deus também inventou o conceito de sala de espera quando criou o purgatório.
Um religioso sádico diria que Deus se diverte com tudo que nós fazemos. Fica vendo tudo em seu home teather. A vantagem é que quando ele quer mudar alguma coisa na trama, ele consegue.
Um ateu acha que tudo é muito normal, esse negócio de morrer, nascer. Ele acha que quando morrer vai virar pó, assim como sua consciência. Para ele igreja é uma bela construção, um lugar para meditação e reflexão. Nada tem um papel divino, as coisas são como são, seguem as leis da natureza.
Mesmo assim, nenhum desses seletos grupos conseguiu chegar perto de alguma conclusão. Será que somos causa? Ou será que somos conseqüência? Nossa existência pode ser fruto da força da natureza (Deus, ou qualquer outra entidade) que nos criou do nada.
A diferença do homem para os outros animais é o tal do dedo em formato de pinça (isso tem um nome bonito mas eu não lembro). Porém, eu acho que a verdadeira diferença, que nos gerou tantos benefícios é a mesma que nos causa essa frustração. O homem escolhe para onde quer ir, quando e como. Ele tem uma infinidade de possibilidades que me parecem ausentes de outros animais. E talvez por ter esse leque tão grande, já não sabemos mais qual o nosso papel. Enquanto isso, acho que continuamos sendo uma grande inutilidade pública.
Murilo Moysés
:: 12:04 AM ::
escreve algumas linhas aê:
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:: Sexta-feira, Março 26, 2004 ::
RRRRRRRRRRonaldiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinho!!!
Quê iiiiisssoooo mêrmão!!!
:: 3:49 PM ::
escreve algumas linhas aê:
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Trechos da coluna de Tatiani Bernardi, Revista TPM
A carência é nossa inimiga número um. Você já parou para pensar nas besteiras que faz por carência? Liga pra relacionamentos falidos, dá bola pra babacas e o pior: se bobear até acaba abrindo as pernas para um deles.
Tá carente? Pega uma amiga sua que também está e passa uma tarde tentando entender por que os homens são tão idiotas e mesmo assim fazem tanta falta. Você não vai chegar a conclusão nenhuma, mas pelo menos passou a tarde com alguém que, assim como você, tem cérebro. E sentimentos.
Essa é uma dica importante, mas a mais importante é a que vem agora. Preste bastante atenção.
E eu, minhas amigas, que vos escrevo textos com pitadas de uma certa experência de vida. Eu que analiso o comportamento humano com paixão e tenho, depois de algumas desilusões, todos os pés atrás com a raça. Eu que gosto de saber aonde estou pisando e apenas me deixo sobrevoar a espécie quando o macho se mostra apaixonante o suficiente para me dar asas. Eu caí no conto do vigário e agora sinto sobras de invasão neste meu território tão sagrado.
Ah, e ele não gosta dos amigos: ele ama os amigos. E ele não comenta que foi com os amigos no futebol ou beber cerveja: ele ama os amigos.
Deixemos clara a putaria minha gente! Pra que gastar dinheiro em jantares românticos, pra que assistir a filmes que vão além da inteligência sufocada num bracinho forte com a tatuagem à mostra? Pra que mostrar fotos da família? Sim, ele é bonito, ele, de boca calada, tem bastante chance de comer uma ou outra mulher mais espertinha que esteja, no momento, sem nada melhor pra fazer e querendo dar uma relaxada.
É simples. Mulher também faz sexo por sexo, não queremos casar e morar numa casa com cerquinha branca o tempo todo. Sejam sinceras. Agora não venha subestimar nossa inteligência com romance barato até levar-nos para a cama. Não nos leve para a cama com promessas e não ligue no dia seguinte. Isso é herança da época em que ficávamos em casa ganhando peso e imaginando nossos maridos com amantes peitudas e não do tempo atual em que somos as amantes peitudas.
Tá dado o recado, tá vomitada a revolta...
Então tá né!!!
:: 3:28 PM ::
escreve algumas linhas aê:
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Cinco da tarde de ontem, quinta-feira. Puxei duas cadeiras e sentei na rua. No pátio de casa. Em volta, paredes de concreto rodeadas com aberturas. O céu como há muito não se via. Ou como muitas pessoas não o viam. E não o vêem. No céu, os raios de sol momentos antes do entardecer eram acompanhados pelo vôo de pássaros. Pra mim, andorinhas. Porque pardais, não vôoam daquele jeito. E pareciam que estava ali, bem em cima de mim. Pareciam não, estavam realmente. Olhava ao longe e não via pássaros por lá. Só ali. Bem em cima de mim. Iam e voltavam. Flutuavam. Deslizavam. Machos, fêmeas e filhotes. Filhotes estes os mais engraçados. Quase não se via de tão pequenos. Do meu lado, um radinho de pilha. Na minha frente, o cachorro. Dormindo. Me fitava às vezes, como se disesse alguma coisa. Na realidade ele dizia. Me perguntava o que eu fazia ali. Coisa que nunca tinha feito antes. Talvez ele não me entendesse. Talvez entendesse. Talvez ele quisesse conversar. E eu não percebi. Mas mesmo não conversando a gente se entende. Mesmo não falando nada, a gente se compreende. O carinho, ah o carinho pode ser feito de longe, com um olhar. E ele sabe disso muito bem. Eles não precisam da nossa ajuda. Nós é que talvez tenhamos que aprender com eles. E eu tenho aprendido. Mesmo não falando nada. Mesmo não estando por perto. Tudo parecia parado demais. O mundo girando lá fora, as pessoas correndo lá fora. E eu ali sentado olhando pro céu. Duas cadeiras, um radinho de pilhas e um cachorro. Porque as pessoas não conseguem fazer isso. Não gostam? Não tem tempo? Não se encaixam nesse perfil? Nesse estilo de vida? Mesmo estando lá fora, no mundo girando, não podem olhar pro céu e se ver? Não podem parar numa esquina e olhar pra uma árvore? Não podem sentar no chão e ficar olhando pros lados? Cinco minutos que seja. Mas não. Não podem. Atrás vem gente e a fila tem que andar. Se pararem, vão achar que estão perdendo tempo. Tempo esse que é precioso. Vale muito. Vale uma vaga, uma posição. Vale dinheiro, vale status. Vale vencer. Tempo esse que não permite um momento de exclusão. Mas na verdade, eu é que tô errado. E, na verdade, acho que sei porque o cachorro me olhava e porque os pássaros voavam apenas em cima de mim. Na verdade, eles pensavam a mesma coisa. Eu é que tava no lugar errado. E eu é que tava errado. Eles me olhavam e me observavam porque queriam que eu fosse pra lá onde todo mundo estava. Lá fora.
:: 3:04 AM ::
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Parabéns!!!
232 anos
:: 12:25 AM ::
escreve algumas linhas aê:
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:: Quinta-feira, Março 25, 2004 ::
Como guardar todas as coisas que se faz na vida
André Dornelles Pares
A mãe, quando vem lá de longe, olha com cara de indecisão, mais pendente para o não do que para o o que vamos fazer? Mãe precisa pensar nos dois lados, mesmo que se tenha decidido errado, ela precisa ter imaginado a alternativa. O armário segue entulhado. Fecha-se a porta com a discrição de quem tem idéias, e se vai em direção à.
O bolo esfarela sempre. Antes de fatiarmos para comermos pedaços gordos segurando com uma mão e com a outra por baixo, em forma de concha, acompanhando aonde a fatia segurada se desloca para não cair farelos no tapete ou no piso de cerâmica, comemos os farelos do prato. É como se não estivéssemos fazendo muito, mas estamos ali por algum motivo. Mais e não só o de conviver. Partir a comer o pão de ló inteiro seria um objetivo já muito maior. E sabemos que necessário é se ambientar, deixar o monte que se estende no ar e se enosilha nas linhas que suspendem a cabeça e rarefaz algum sentido que sobra, escorregar enquanto se limpa o prato em volta. Como quem não quer nada se raspa as migalhas com os dedos. E quando isso tende a ficar irritante ¿ todos aguardam uma atitude mais inquieta de alguém que decida cortar o bolo ¿ um de nós pega a faca e ativa um talho na massa sem cor definida, tomado de uma exasperação um pouco maior da dos demais desde que dele foi necessário se dar a precipitação da iniciativa, e ele, esperando um dos componentes do círculo desforme em torno da mesa aprumada sem requinte, mas com esmero, na varanda, pegar a fatia, não consegue conter a raiva que lhe sobe as veias, provinda da incompreensão.
Deixamos de compreender quando nos juntamos. É assim. Geralmente em algum recinto. Quando se dá tal junção ao ar livre, com algo além de nós, não acontece esse estranhamento das coisas tão próximas.
Começamos de alguma forma, agradavelmente e ávidos. Há algo a se falar, como saliva na língua a exigir sentir o ar da rua. Movimento bem meus lábios nas primeiras trocas de impressões. Um espasmo de momento. Fixo-me nas trações labiais dos outros e em tudo que não dizem, mas poderiam. Ganho uma distância, concentrado e alegre. Logo se enegra o céu por trás do horizonte que parecia tão frágil de distante. É hora de perder o sentido o que falo. E mais vicioso que o mal de se soltar da significação é tomar um sentido único, sem chance, nem guardada, de voltar e endireitar-se cambaleante nalguma estradiola de pouca luz. Se ainda coubesse ao que sinto uma nesga de oportunidade de a um charco chegar que, a custo, levasse a um campo de onde se vislumbrasse, no meio das sombras, uma clareirinha de luminosidade fosca, meu regozijo pequeno formaria força para retroceder então, e tornar a tentar me equilibrar. Mas o rumo já do que penso - nem mais em palavra precisa se transformar - é demais longe. Tenho que iniciar a tarefa de guardar. Tudo o que apanhei, e me retirar. Este, sair; o mais difícil, pois vem colado à explicação necessária. Não explico, e saio sem peso. Mas isso são poucas vezes. Nessas horas é que sinto o armário mais cheio. Todas as coisas que se faz na vida precisa se guardar. Será muito complicado que ganhem necessidade lá fora, mesmo.
Ninguém quer buscar o suco para derreter o bolo que comemos. Um busca, bebemos culpados por não termos ido buscar. A mãe já deve ter passado dessa fase.
:: 8:10 PM ::
escreve algumas linhas aê:
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:: Quarta-feira, Março 24, 2004 ::
Não importa o nosso aspecto, aquilo de que somos feitos ou de onde viemos. Desde que vivamos neste universo e tenhamos um talento modesto para a matemática, mais cedo ou mais tarde descobri-lo-emos. Já aqui se encontra. Está dentro de tudo. Não precisamos deixar o nosso planeta para o encontrarmos. No tecido do espaço e na natureza da matéria, como numa grande obra de arte, encontra-se, em letras pequenas, a assinatura do artista. Erguendo-se acima de humanos, deuses e demónios, subsumindo zeladores e construtores de túneis, existe uma inteligência que antecede o Universo.
(Carl Sagan)
:: 8:03 PM ::
escreve algumas linhas aê:
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:: Terça-feira, Março 23, 2004 ::
Cresça, seu irresponsável. Eu sou geminiano, eu não cresço. E não é desculpa, mas é.
"quando eu tiver setenta anos
então vai acabar esta minha adolescência
vou largar da vida louca
e terminar minha livre docência
vou fazer o que meu pai quer
começar a vida com passo perfeito
vou fazer o que minha mãe deseja
aproveitar as oportunidades
de virar um pilar da sociedade
e terminar meu curso de direito
então ver tudo em sã consciência
quando acabar esta adolescência"
Paulo Leminski
:: 8:08 PM ::
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Em certas ocasiões, a voz da paz ressoa como um trovão, tirando da ignorância todos os seres humanos.
:: 8:00 PM ::
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"Sabe de uma coisa? Mesmo que você cometa enganos e esteja errado sobre quase tudo, ainda assim sua vida será uma aventura fantástica e divertida!"
:: 7:46 PM ::
escreve algumas linhas aê:
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A mente é vazia de mente, pois a natureza da mente é a clara luz.
:: 2:27 AM ::
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:: Segunda-feira, Março 22, 2004 ::
27 de março de 2004, sábado, a partir das 20h30
Se o céu tiver claro e com estrelas, procure uma luz piscante lá em cima... teremos companhia.
A subjetividade humana mostra quão frágeis e falíveis são as nossas lembranças. Assim também o são os nossos sentidos, na captação da realidade. A mente humana, imaginativa e criativa, é capaz das mais inacreditáveis confabulações.
:: 5:25 PM ::
escreve algumas linhas aê:
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